segunda-feira, 31 de agosto de 2015

The Fallen of Light - PREFÁCIO



((Light))

Meu novo mundo desmanchava-se diante de meus olhos. O futuro não cabia mais a mim. Isso doía mais do que os próprios ferimentos. E então eu soube: meu nome foi escrito nas páginas da Morte, que por muito tempo foi minha principal arma contra esse mundo apodrecido.

Sempre imaginei ouvir as vozes que exaltariam meu nome no mundo perfeito, mas agora o único som que ouço é a voz inexistente do meu coração.

É isso. Fui pego. É mesmo o fim da minha vida?

Foi então que eu o vi.

(...)

"Desisto, você venceu", foi o que pensei ao observar em seu olhar tudo aquilo de que tinha mais ódio quando éramos apenas ele e eu, em uma constante batalha psicológica.

Incrível. Suas vestes eram as mesmas do dia em que deixou este mundo. Mas nem mesmo em minha amarga consciência tentei compreender o porquê de tudo ao redor de L estar completamente… resplandecente; não existe palavra melhor. Desde o tom azulado de seus cabelos até seu rosto enigmático, inexpressivo.

O destino fez com que ele também assistisse minha queda… como se nenhum dos dois tivesse vencido.

Meus olhos pesaram, e acabei decidindo não lutar contra aquilo que aconteceria neste exato momento.

Olhei em seus olhos escuros pelo que pensei ser a última vez.

"Adeus", pensei. E a Morte me abraçou.




Conforme descrito no banner, essa fanfic pertence à Alana Santos e Bruna Marques. Estou autorizada a postá-la. 

sexta-feira, 28 de agosto de 2015

Semana 33 - Tenho medo de


Brinquedos emocionantes de parque de diversão que dão friozinho na barriga

Eu até ando em um ou outro, mas tenho medo. Quando decido que não vou, ninguém me convence a ir. Entretanto, quando fico curiosa sobre como é andar naquele brinquedo, acabo andando nele. Mesmo sabendo que vou me arrepender.

♥ Cachorro

Gosto muito de animais e é claro que se eu convivo com um cãozinho eu naturalmente não vou ter medo dele. Mas no geral, cachorros desconhecidos me botam o maior medo. Na verdade, acho que a palavra correta é fobia. Muitas vezes quando eu digo “Não gosto de cachorro”, a pessoa entende que eu odeio cães. O que eu quero dizer é que eu gosto do bichinho, sou totalmente contra maus tratos a animais, e ao mesmo tempo eu tenho muito medo dele. Simples. Amo eles desde que eles não latam para mim, me mordam, ou eu ache que ele está latindo para mim ou tentando me morder. De chihuahua a pit bull.  

Teve uma vez em que um cachorro me mordeu e eu tive uma crise nervosa de choro. Eu estava no trabalho e tive até que ir embora! É engraçado quando eu conto, já que ele mordeu só a calça jeans e nem me machucou. Porém, na hora, não foi nada engraçado.

♥ Enlouquecer

Tenho medo de um dia ficar louca. Esquecer quem eu sou, meus sonhos… Parece um medo bem irracional, na verdade.

Medo a gente não escolhe u.u

Sim, só essa listinha pequena. Mas se fôssemos colocar em proporcionalidade, o medo que eu tenho de cachorro vale por uns 284.375.746 medos juntos. See you!


quarta-feira, 26 de agosto de 2015

Uma metamorfose ambulante



Quando o Raul Seixas repetia os versos “Eu prefiro ser/ Essa metamorfose ambulante” ele talvez não soubesse o quanto isso atrapalharia manter o foco.

Eu sou uma metamorfose ambulante.

Enquanto algumas pessoas podem facilmente dizer que gostam de fazer bolos, ou gostam de ver filmes, tenho que pensar alguns minutos para me lembrar do que gosto de fazer naquele momento. Você pode imaginar que eu tenho um hall de coisas que gosto, mas imagine que é uma sala relativamente cheia, onde uma coisa às vezes se destaca mais do que outras e às vezes, não.

Dessa forma, quando meu gosto por ler livros está muito atiçado, tenho dificuldades em escrever sobre animes, por exemplo. Quando meu recém e novo amor por lolita resolve dar um olá, acho bem complicado conversar sobre meu sonho de escrever um livro. No momento em que meu foco está nos estudos, nem consigo esboçar meu plano – que é complexo – de visitar o Japão. Um assunto emerge e tira de mim a capacidade de falar satisfatoriamente sobre todos os outros.

Já pensei em transformar o Festa do Pijama na bagunça que sou, mas fico meio assustada com o que pode sair. Resumos de livros, rabiscos de vestidos que gostaria de ter, impressões sobre animes, músicas pelas quais estou apaixonada, Magic, escrever histórias ou um livro, estudar inglês, meu sonho de intercâmbio, imagens inspiradoras, histórias sem final – olá, D-gray man.

Sempre chamei isso de falta de inspiração, mas talvez seja excesso. Talvez eu queira falar sobre livros, quando meu coração está nas músicas. É assim que funciono. Tem momentos em que quero impor uma organização na qual a minha imaginação não se adapta. E ela fica num cantinho, me encarando com cara de raiva, como quem diz “Por que está me prendendo aqui?”. Talvez eu ainda não esteja pronta para deixá-la fazer as coisas como quer.

E como sou a senhora do Talvez, quero dizer ainda que talvez seja realmente melhor ser uma metamorfose ambulante do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo. Mas isso é algo que ainda tenho que descobrir. 

quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Semana 32 – Ainda quero aprender



O tema dessa semana provavelmente é o mais fácil de responder, já que eu sou uma pessoa que quer eternamente aprender alguma coisa. Mas, vamos pontuar as coisas que quero aprender agora, né? Haha

♥ Inglês

Esse está no topo e eu tenho treinado muito mesmo. Preciso muito aprender inglês e estudar sozinha é um grande desafio.

♥ Escrever melhor

Provavelmente vou morrer querendo isso, pois sempre quero melhorar a minha escrita. Não importa o quanto eu evolua, eu sempre quero melhorar.

♥ Cantar

Ok, cantar, assim, mais ou menos… é, eu sei. Mas quero aprender cantar certinho, no tom certo, sem desafinar e tals. Essa coisa de gente que realmente sabe cantar.

♥ Japonês

Quando eu aprender inglês, vou aprender japonês também. Provavelmente pararei nesses dois idiomas. Ou talvez, e só talvez mesmo, eu resolva aprender coreano depois.

♥ Fazer layouts legais

Tipo esse do meu blog? Eu quero aprender. Sempre quis e sempre achei difícil demais. Pode realmente ser bastante difícil ou pode ser falta de esforço ><”


Bye!

segunda-feira, 17 de agosto de 2015

TAG: Amo/Odeio



Essa é uma Tag para a qual eu fui indicada pelo Empanimes há um século, e resolvi postar antes que as pessoas desistam de me indicar para Tags. Continuem indicando, porque eu amo responder <3

Regras:

♥ Dizer 10 coisas que você ama

♥ Dizer 10 coisas que você odeia

♥ Repassar para 10 blogs

10 coisas que amo

♥ Minha família. Sim, essa deve ser a resposta mais clichê, mas amo aquele povo. Não todo mundo, mas…

♥ Meus amigos

♥ Blogosfera

♥ Ler

♥ Assistir anime

♥ Dançar

♥ Jogar

♥ Escrever

♥ Estudar

♥ Planejar coisas

10 coisas que odeio

♥ Esperar

♥ Falsidade

♥ Ter que fazer trabalhos na escola com um grupo diferente do que estou acostumada

♥ Ser obrigada a digitar documentos formais com palavras fora da norma padrão

♥ Pessoas folgadas

♥ Injustiças

♥ Corrupção política

♥ Violência

♥ Minha insegurança

♥ Que façam algo contra pessoas que eu amo

Indicar para 10 blogs


Essa é a parte legal em que percebo que todo mundo que eu gostaria de indicar já foi indicado. Então, sintam-se livres para pegar, responder, etc. ><

sexta-feira, 14 de agosto de 2015

Por que eu gosto de Elfen Lied



Se você segue o blog, já está careca de saber que eu AMO Elfen Lied. É o meu mangá favorito, e é provavelmente a história que eu li mais vezes, mas por quê?

Para quem não sabe, Elfen Lied conta a história de Lucy, uma menina que tem uma anomalia genética. Os cientistas classificam as meninas com essas alterações de dicornius, e elas são consideradas como uma nova raça que pretende extinguir a espécie humana para perpetuar a própria espécie. E é óbvio que os cientistas as capturam e fazem experimentos desumanos com elas. Claro, elas não são humanas [para eles].

Embora esse seja um resumão de Elfen Lied, existem muitas outras coisas envolvidas na história. Existem muitos personagens na trama, situações forçadas, ecchi desnecessário… não é uma história perfeita. Mas o que me conquistou em Elfen Lied é o quanto ele explora a crueldade humana.

Quando eu li o mangá, eu me emocionei, chorei bastante e decidi que eu tinha que comprar todos os volumes. Senti muita realidade nele. Eu sei que se existisse alguma espécie diferente e que achássemos que poderia representar qualquer risco a nós, essa raça seria no mínimo tratada como as dicornius são. É só parar para pensar na crueldade contra animais, contra florestas… é só pensar na crueldade contra humanos mesmo.

Histórias como Elfen Lied me fazem ser menos boba. Nós – ou eu, pelo menos – sempre esperamos algo bom das pessoas. Ou no mínimo não esperamos algo extremamente mau. Porém, a maldade existe, e ela muitas vezes vem de quem menos esperamos. Muitas vezes as pessoas nos enganam para poder tirar algum proveito disso. Alguém que nem sequer nos diz oi, de repente vem conversar, porque precisa da gente. Um amigo interesseiro ou invejoso. O mundo está cheio de pessoas assim. Isso porque estou citando os exemplos corriqueiros, sem citar estupradores, psicopatas, etc.


Quando leio uma história, não fico pensando sobre o que ela vai me ensinar. Leio por diversão. Mas mesmo assim ela acaba ensinando algo. 

Com Elfen Lied aprendi que o amor é importante, que as pessoas mentem quando é conveniente, que existe amizade verdadeira. Lembrei-me do quanto alguns seres humanos são cruéis, e que os animais podem nos amar mais verdadeiramente do que muitas pessoas. Aprendi que a vida não é feita apenas de finais felizes. Na maioria das vezes é feita apenas de finais. E que às vezes criamos uma “Eu” ideal e tentamos vivê-la, achando que isso nos fará mais felizes. E depois percebemos que essa personagem que criamos é um pedacinho de nós, mas o que somos realmente é o melhor que podemos ser. Aprendi, principalmente, que nunca sabemos o inferno que pode ser a vida de uma pessoa, e que não devemos julgar suas escolhas baseadas no que vemos no agora. As pessoas têm história. Aprendi, finalmente, que a ficção pode nos ensinar muitas coisas sobre o mundo real. 

terça-feira, 11 de agosto de 2015

Semana 30 + 31

E adivinha quem atrasou o desafio semanal de novo? Sim, eu! Ultimamente tenho me dedicado bastante ao inglês, com direito a aplicativos no celular, músicas no idioma e ficar repetindo o som de think dentro do ônibus. Preciso aprender inglês, é sério, gente. Dá até vergonha dizer que estou estudando Letras com habilitação em inglês e que não sei inglês. Isso e uma outra coisa que contarei para vocês muuuuuuito futuramente.

Agora chega de enrolar, e vamos às respostas.

Semana 30 - Fico impaciente com pessoas



♥ Dissimuladas

Olha que legal, encontrei um jeito bonitinho de dizer que não gosto de pessoas falsas/duas caras. Eu tenho raiva de pessoas que ficam fingindo algo para chamar atenção, se fazendo de coitadinhas para que fiquem com pena dela e depois tira proveito disso. Ou então alguém que finge ser o que não é para atrair os holofotes.

Eu sei que a sociedade exige que desempenhemos papéis diferentes dependendo da situação, mas ser filha, ser aluna, ser amiga etc. e ser FALSA são coisas bem diferentes, né gente.

Enfim, todo mundo sabe o que é uma pessoa falsa. Elas me deixam impaciente.

♥ Que esperam acontecer

Eu sou o tipo de pessoa que vai atrás, que é ansiosa, que quer fazer as coisas e vê-las prontas. Muitas vezes eu me atropelo e acabo colocando o carro na frente dos bois, mas enfim. Esperar não é minha praia. E muito provavelmente (leia-se: certeza) esse é o motivo pelo qual eu não tenho paciência com pessoas que ficam esperando acontecer. Fico tipo “Vai, pessoa, anda, corre, dança, pula, faz alguma coisa, tu tá me dando aflição!”. Eu sei, preciso ter mais paciência.

♥ Folgadas

Sabe aquele seu colega de escola/trabalho/parente folgadão, do tipo que se pudesse faria com que qualquer outra pessoa fizesse o que ele tem que fazer? Esse cara me deixa P* da vida. Tudo bem, sou boazinha e sei disso. Mas quando eu percebo que a pessoa está tentando me fazer de trouxa (ou conseguindo ><), me torno o demo na vida dessa pessoa.

Semana 31- Quando não tenho nada para fazer, eu gosto…



♥ De ler

Para quem não sabe, eu amo ler. Muitas vezes, quando não tenho nada para fazer, eu leio. Na verdade, têm vezes que eu tenho coisas para fazer, e ao invés de fazê-las, eu leio.

♥ De não fazer nada

Eu gosto de não fazer nada. Tipo, sei lá, ficar sentada no sol achando que sou capaz de fazer fotossíntese, sabe?

♥ Inventar moda

Aqui na minha casa, pelo menos, inventar moda é fazer alguma coisa que ninguém estava fazendo antes. Geralmente aplicado quando alguma criança estava fazendo arte. Algo como “Menino, desce daí. Você está inventando moda”.

Mas no meu caso, inventar moda é quando não tenho nada para fazer e decido fazer um bolo, ou fazer crochê, ou dormir, ou jogar LOL ou fazer qualquer coisa que ninguém está fazendo mesmo.

See you!



terça-feira, 4 de agosto de 2015

Pokémon clássico 1/6

Oi, tudo bom com vocês? Hoje as minhas férias terminam oficialmente, o que significa que as aulas começarão. E, é claro, vou me dedicar insanamente a cada aula :))

No post de hoje vou compartilhar com vocês os primeiros 25 Pokémons clássicos. Pokémon fez parte da infância de muitos otakus, e embora até quem não curta conheça o Pikachu, ache ele fofinho e tenha uma pelúcia dele; nós, verdadeiros fãs do anime, sabemos que existem outros 149 Pokémons clássicos! E aqui estão alguns png's para vocês.




Meu Pokémon favorito não apareceu no post de hoje… quem será ele? 
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