quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

Semana 52 – No ano que vem eu quero



Chegamos à última semana do ano e, automaticamente, ao último desafio da Tag de 52 semanas. 

Espero que tenham curtido ler as resposta e pensar em suas próprias. Para quem quiser responder ela em 2016, o link com cada tema semanal é esse. Então, vamos fazer o “I want” de 2016.

Definir o tema do TCC e juntar conteúdo sobre;

Ir no J-fashion;

Fazer currículos lattes;

Dirigir na pista;

Fazer o desafio de poupança de 52 semanas;

Comprar "Ensaio sobre a cegueira";

Atingir nível intermediário em inglês;

Ser mais organizada;

Divulgar o blog;

Aprender os kanas japoneses.


Esse ano a listinha está maior do que no ano passado, né? Espero que tenham uma virada de ano maravilhosa e vejo vocês em 2016!

quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

Sobre os objetivos de 2015




Lembram-se desse post, no qual eu coloquei alguns objetivos para atingir em 2015? Agora vou fazer um pequeno levantamento sobre o que consegui dessa pequena lista, e adicionar algumas coisas que estavam em meus objetivos, mas que não incluí nela.

Esse ano eu voltei a ler Bleach, comprei apenas o volume 1 de Ao Haraido, e consegui comprar o volume 4 de Kimi ni Todoke. Não cheguei em 50 seguidores, porém os 30 que consegui já me deixaram bastante contente.

Entre meus objetivos que não coloquei aqui estava ter média 9 na faculdade (se não me engano, minha média ficou em 8.5, o que é próximo de 9), dirigir, postar no blog, cancelar meu cartão de crédito e terminar uns barradinhos de crochê que comecei faz um tempo. Consegui fazer quase tudo – falta um barradinho ainda. >< Também queria estudar mais inglês, e consegui, embora minha meta seja atingir o nível intermediário e eu esteja um pouco longe disso ainda. Já consigo ler livros de nível 1 e 2 sem dificuldades.

É isso, meus objetivos costumam ser simples. Sempre tenho listas extensas, mas costumo fazer só metade do que planejei. Hahaha.


Até mais!

terça-feira, 29 de dezembro de 2015

Semana 51 – Coisas que me marcaram nesse ano que está acabando



Estamos a poucos dias do final do ano e parece que dia primeiro de janeiro de 2015 foi há um século. Sempre tenho a sensação de que o ano passa rápido demais, porém, quando paro para pensar em tudo que aconteceu durante o ano, percebo que não foi um ano tão curto assim. Já fiz algumas postagens falando sobre as coisas legais que aconteceram em 2015, e a minha retrospectiva desse ano, então vou tentar ser sucinta e não repetitiva, ok?

Descobri que tenho depressão

Essa foi a coisa que mais me marcou esse ano. Acredito que há males que vêm para o bem, e por incrível que pareça, esse foi o caso. Descobrir que todos os problemas, sofrimentos e angústias que eu tinha diante de meus olhos na verdade eram uma doença, me causou um certo alívio. Estou fazendo o tratamento correto, e vou começar a conversar com uma psicóloga também. Minha família me entende e apoia e estou lutando para não me entregar para isso. Agora está sendo mais fácil. Tenho meus dias ruins, mas a grande maioria de dias são bons. Não gosto muito de tocar no assunto porque muitas pessoas não entendem essa doença e pensam “Ah, mas se fulano saísse mais de casa, isso não aconteceria” ou “isso é frescura” ou até “é falta de lavar a louça”. Pois é, escuto os mais ridículos comentários sobre o assunto, então prefiro não tocar nele.

Me joguei em lolita

Na minha cidade pequena, é bem difícil eu ter oportunidades de usar lolita. Apesar disso – e de eu não conhecer nenhuma outra lolita na cidade – eu me joguei no estilo. Em resumo, comprei alguns itens, tenho pesquisado sobre… tudo aquilo que vocês já sabem.

Conheci determinadas pessoas

Muitas pessoas esse ano vieram acrescentar na minha vida. Sejam coisas boas e exemplos a seguir, ou mostrando como eu não devo ser. Algumas dessas marcaram minha vida para sempre e nunca me esquecerei delas.


Agora é sua vez: o que marcou você esse ano?

segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

Tag: Os últimos



Esse é aquele momento constrangedor em que você resolve dar um limpa nas pastas que tem no computador e descobre que deixou uma Tag sem responder. Como o ano está acabando, vou responder agora mesmo, antes que a pessoa que me indicou decida não me indicar para mais nada ><

REGRAS:

Repassar ela para 5 blogs de sua escolha e avisá-los;

Não adicionar novas perguntas;

Somente respostas verídicas.

PERGUNTAS E RESPOSTAS:

A última série que você viu: não assisto séries, gente. Mas a última que eu vi foi Doctor Who (alguns poucos capítulos com meu primo).

O último filme que você viu: Lendas Urbanas.

A última pessoa que você viu: um colega de trabalho, nada muito legal.

A última música que você ouviu: Only Human – Kei.

O último grupo favorito: eu gosto mais de músicas do que de grupos (se aqui estiver se referindo a grupos musicais).

A última roupa que usou: antes de usar o que estou vestindo agora, estava com um pijama azul escuro.

A última coisa que comeu: Io-iô crem duo.

O último doce que comeu: Io-iô crem duo.

A última conversa no Whatsapp: com meu amigo Beto, sobre o livro Um amor para recordar, de Nicholas Sparks.

A última viagem: viagem curta: Altinópolis; viagem longa: São Paulo.

A última paixão: a música Only Human, citada acima.

A última frase: não é por nada não, mas eu falo muito e não faço a mínima ideia de qual foi a última coisa que eu disse.

Última ligação: para minha mãe, que está dodói :’(

Último blog visitado: Galaxy of Dreams

A última aba do navegador: agora, agorinha, meu navegador está fechado. Mas eu estava fuçando no meu blog antes para saber se tinha respondido essa Tag, então aescrevista.blogspot.com

O último esmalte: Preguiça Gostosa, da Avon.

O último livro: Azul é a cor mais quente, Julie Maroh.

Última coisa que bebeu: água.

REPASSO PARA:






Quem quiser responder!

Capítulo 9 - Aparição



((Lawliet))

"(...) Eu acho que não. Ei. Espera. Estamos sendo observados."

A vontade de rir me abandonou com essa simples frase.

Como ele sabia? Ele me descobrira assim tão fácil?

Passos furtivos mostraram que Light estava à procura do intruso – Eu.

Não. A hora de nosso reencontro não havia chegado. E quando chegasse, eu não hesitaria em me mostrar a ele. Mas não naquele momento. Precisava sair dali o quanto antes.

Em um minúsculo espaço abaixo da janela, eu me espremia tentando ao máximo não sofrer uma queda de 60 metros. Não que isso fosse me causar algum dano, mas me atrasaria.

Antes de ir, dei uma última olhada na janela. Light ainda procurava, mas seu olhar fixou-se em algum ponto no chão. Agachou-se, voltando com uma expressão vazia. Seu olhar ficou pensativo.

— Eu conhecia uma pessoa que gostava muito de morangos. – disse, e foi em direção à janela. Se não fosse pela persiana, ele teria me visto.

Nessa hora, me agachei e saltei para a sacada do quarto da garota. Lá, permaneci agachado atrás de um vaso florido. A janela foi aberta violentamente e Light colocou metade do corpo pra fora, percorrendo o espaço com olhos estreitos, à procura do intruso em questão. Era meu dia de sorte, pois ele não me achou.

—Light, há mesmo alguém no apartamento? - sua voz havia tomado um timbre indiscutivelmente tenso. - Será que... devo checar se meus pais estão bem?

—Não. – ele disse, e pude notar que estava tentando ouvir qualquer mínimo ruído que me entregasse. - Se houvesse alguém aqui, essa... Pessoa estaria nos observando por minha causa. Então, não ousaria machucar ninguém. – seu tom tornou-se pensativo – Há alguém nos investigando. Alguém autossuficiente o bastante para deixar essa "mensagem". Confesso que seus métodos são meio infantis. Assim como os de L.

“Vou ser ainda mais infantil quanto te pegar, Kira”, pensei, furioso.

—Ontem você me disse que L não pode voltar, e agora parece que desconfia de que ele esteja nos espionando! – Kaori argumentou.

—E eu não retiro o que disse. L não pode voltar, o que faz desse intruso alguém próximo à ele. Near talvez. Bem... acho que chegou a minha vez de investigar.

—Faça o que achar melhor- respondeu Yaoshii.

(...)

Então, Light iria observar Nate.

Era um tanto estranho ele achar que Nate se aventuraria espionando pessoas pela janela de um prédio, do que pensar que poderia ser eu. Era quase como se ele se esforçasse para acreditar que eu não tinha nada a ver com aquilo. O medo estaria fazendo-o pensar assim?

Levantei-me. Logo, Kaori iria para o colégio com Light a seguindo, me deixando sozinho em sua casa. Seria bom investigar o ambiente, sem ser interrompido, mas eu tinha outros planos.

Quando ela chegasse da escola, começaria a escrever nomes a mando de Light. E isso, provavelmente, seguiria durante toda a tarde. E ninguém notaria qualquer alteração em seu comportamento, já que nos dias em que Kira a vigiava, ela raramente passava uma tarde fora de seu quarto. Uma assassina perfeita.

Consegui ouvir a tranca da porta ser travada. Eu estava só. Em algumas horas, os criminosos começarão a morrer novamente.

O caso Kira precisava ser rearberto.

“Espero que não tenha medo de assombrações, Nate.”, pensei, enquanto me lançava à sua procura.

(...)

Não gostava de envolver Near naquilo, principalmente pelo fato de que meu sucessor tinha simplesmente 15 anos. Porém, se o Caso estava mesmo sendo reaberto, quanto mais ajuda melhor. Realmente, era errado eu interferir em acontecimentos mundanos, mas a situação em que eu me encontrava era... digamos... especial. Dessa vez, não havia só um humano com o caderno, mas um shinigami o controlando. Kaori podia ser detida, mas e Kira? Tudo o que ele precisaria fazer era escolher outro portador. Um ciclo estava realmente se formando?

Adoraria afirmar que não, mas era impossível ter certeza absoluta.

Já tinha uma ideia de onde Nate poderia estar. Assim como eu havia previsto, o Quartel General ainda existia, à espera de casos novos. Mas havia um problema: Anjos não podem se revelar a nenhum humano. É contra a Lei dos Arcanjos. Seria tão errado assim deixar o garoto me ver, pelo bem maior?

Só me mostraria para um humano. Seria tão grave assim?

(...)

Encontrei Nate no imenso cômodo, onde antes fazíamos nossas reuniões. Sabia de sua excepcional inteligência, afinal, o mérito resultante do final do Caso Kira foi totalmente dele.

Seu olhar sereno fixava-se nos legos coloridos logo abaixo de si. O rosto, completamente insondável. Cabelos brancos como a neve se sintonizavam com as vestes da mesma cor. Visto assim, parecia que o Anjo era ele, e não eu.

Sentado no centro do salão, construía com agilidade um castelo à sua volta. Andei até lá, concentrando-me para me tornar visível somente para ele. Não poderia correr o risco de alguém me ver, mesmo que por acidente.

—Nate . – chamei-o.

Ele ergueu a cabeça lentamente, procurando pelo som, e finalmente olhou para mim. Se eu escolhesse uma única palavra para descrevê-lo naquele instante, seria choque. Por incontáveis segundos, ele nada disse. Ficou apenas me olhando, com seus olhos cinzentos maiores que o normal e boca entreaberta.

—L? É você mesmo? - sua voz não passava de um sussurro.

—Sim. Sou eu.

—Mas... você está...

—Morto? Uhum. Porém devo acrescentar que, no momento, esse não é o maior de nossos problemas.

Ele balançou a cabeça, incrédulo.

—Eu não entendo...

Fiz sinal para que ele se mantivesse quieto.

– Há algum agente em expediente nesse momento? – questionei.

– Hmm... sim. – foi quase impossível entender o que ele dizia, já que a incompreensão havia tomado completamente seu raciocínio.

– Near, mande-os embora, tudo bem? Você é o único que pode me ver e ouvir nesta sala, e não ficaria bem pra você ser visto falando sozinho.

Ele se levantou devagar e dirigiu-se à porta principal. Minutos depois, entrou novamente e se dirigiu a mim:

– Tudo bem. Estamos sozinhos.

Recomecei:

– Sei que tem muitas dúvidas, garoto, mas por favor, não me interrompa. Há uma coisa que precisa saber. É sobre Kira.

Nate pareceu confuso.

— Mas Light Yagami foi morto e o caderno apreendido. O caso foi fechado. Eu mesmo dei sequência às suas investigações, L...

—E ele será reaberto.

Fui em direção a um sofá e me sentei. Ele sentou-se ao meu lado. Peguei um cubo de açúcar da mesinha e o equilibrei nos dedos. Contei tudo sobre Light. Ele escutou meu relato atentamente.

—E hoje à tarde, tudo recomeçará. Os assassinatos recomeçarão, como se nunca tivessem sido parados.

Nate ficou pensativo.

—Com Light sendo um shinigami será impossível detê-lo! Posso investigar e prender Kaori Yaoshii, mas não Light, e você deve saber disso. Ele já não pode ser mais prejudicado pela justiça humana.

Fitei o cubo de açúcar, meditando sobre as palavras que diria a seguir.

—Eu vou pará-lo, garanto isso a você.

Senti seus olhos me encarando.

—E como pretende fazer isso?

—Na verdade, Near, ainda não tenho certeza. E a falta de glicose em meu sangue não ajuda. Poderia, por favor, providenciar algo altamente doce para mim? Um bolinho, talvez...?

Rapidamente, os cabelos cor-de-névoa esvoaçaram para a cozinha, e ele me trouxe um bolo recheado, meu favorito.

Peguei um papel e uma caneta que havia em cima da mesinha. Lá, escrevi todas as informações que eu dispunha sobre a garota Yaoshii - desde seu endereço até os hobbies pessoais. Entreguei-o a ele, percebendo sua surpresa por notar minha solidez ao segurar os objetos.

—Com certeza, isso vai ajudá-lo.

—Como vou explicar a todos a origem dessas informações?

—Desculpe. Vai ter que pensar nisso sozinho.

Eu me levantei.

—Você será meus olhos nas investigações sobre a garota. E enquanto estiver a detendo, eu vou enfrentar Yagami.

Girei sobre os calcanhares.

—Preciso ir.

Comecei a me afastar.

—L.

—O que foi?

Ele desviou seus olhos e perguntou num murmúrio:

—Para onde as pessoas vão depois de mortas?

Silêncio.

Abri a boca para responder, mas me calei. Era uma pergunta comum que as pessoas fariam se pudessem ver fantasmas. Mas eu não era mais um fantasma. Eu era um Anjo que não podia sair espalhando segredos do cosmo a qualquer um.

Mas Nate não era qualquer um...

—Vamos dizer que quando sua hora chegar, não ficará desapontado. Mas não se preocupe... Não deixarei você morrer.

Ele deu um triste suspiro.

—Mello e Matt estão bem?

—Sim. Do jeito deles, estão bem sim.

Eu não queria dar tantas informações assim, mas ele me pareceu satisfeito com as poucas que eu dera. De repente, mudou de assunto.

—Como pode ter tanta certeza que algum dia Kira será totalmente derrotado?

—Você tem alguma dúvida quanto a isso?

Ele pareceu envergonhado.

—Não é isso. O problema é que o Caso foi aberto há tanto tempo! Mesmo agora, quando tudo está calmo... isso é, estava, não parecia que houvesse um recomeço, sabe?. É como se todos os nossos esforços, no fim, não tivessem valido nada! É estranho pensar que o destino está do lado de um assassino... Eu odeio ver as coisas desse ângulo. – ele disse, pegando um brinquedo nas mãos pequenas, tão semelhantes às minhas.

Aproximei-me dele e pousei uma mão em seu ombro.

—Logo tudo isso vai acabar. A justiça vai vencer e ninguém mais precisará morrer.

—Como pode ter tanta certeza?

—Pode chamar isso de Fé. A mesma que dizia a você pra manter quando Watari me levava para visitá-lo na Wammy’s House. A mesma que fez você superar Mello e assumir meu lugar.

Ele deu um meio sorriso. Passei os dedos em sua cabeleira alva, lembrando-me dos velhos tempos em que era somente Lawliet, com dezoito anos de idade, brincando com um garoto doce, treze anos mais novo que eu, de cabelos claríssimos com a finalidade de treiná-lo para detetive. Ele era somente uma criança...

Como Near havia crescido tão depressa?

Afastei-me, indo em direção à janela. Antes de ir, eu disse:


—Ainda vai receber visitas minhas. – e parti, deixando-o sem reação alguma.
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 renata massa