sexta-feira, 26 de setembro de 2014

Capítulo 3 - Ela sempre foi assim?



A equipe se separou em três grupos e cada um foi para o seu lado executar sua parte no plano. Eu fiquei com a Hinata. Percebi que algumas vezes, ela me lançava olhares furtivos. Será que isso sempre foi assim e eu nunca reparei? Em determinado momento, nossos olhares se encontraram. Não sei bem porque, mas desviei rapidamente o olhar, e ela fez o mesmo. A diferença é que eu continuei normalmente, e ela ficou vermelha como um tomate. Rá, rá. É bem legal quando ela está assim, corada.

“Ei, Hinata.”

Ela parou, mas não disse nada.

“Como nós vamos nos deixar ser capturados?”

“Hã... tem uma construção oculta... que é... fortemente guardada... E... temos que simular uma luta contra eles... Mas não podemos vencer...Acho que é melhor... eu ir na frente.”

“Por quê?”

“Eu...acho que eu posso... com o byakuugan... contar os inimigos antes... aí, podemos fazer um plano.”

“Ok. Estou contando com você.” Eu a encorajei.

Ela me olhou surpresa.

“Na-Naruto-kun...”

Em seguida, ela sumiu do meu campo de visão, e em menos de um minuto, já estava de volta.

“Naruto-kun, a 500 metros a oeste, há uma grande árvore. Entre suas raízes tem uma entrada, que é onde temos que ir. Temos que tomar cuidado, porque têm quinze ninjas guardando a entrada.”

Fiquei meio distraído ouvindo ela falar. Ela até parecia uma kunoichi profissional. Não hesitou em nenhum momento da explicação. Ela é incrível. Como eu nunca notei isso antes?

“Você... entendeu?”

“É claro! Vamos ir lá chutar a bunda daqueles caras!”

“Naruto-kun, nós não podemos derrotá-los, lembra?”

Hum... já tinha me esquecido. Vai ser difícil me conter na luta, mas essa é uma missão de nível S.

“Então vamos dar o nosso melhor!” Eu estava empolgado, mesmo sabendo que eu tinha que perder a próxima batalha. “Mas é claro, temos que perder.”


Hinata assentiu uma vez. E nós fomos em direção a grande árvore da qual a Hinata tinha falado.

terça-feira, 23 de setembro de 2014

Capítulo 2 - Uma missão Nível S



Encontrei a Sakura-chan na entrada da vila. Achei que ela estaria com o Yamato-sensei, com o Sai ou com o Kakashi-sensei. Mas ao invés deles, quem estava lá era a equipe da Kurenai-sensei.

"Oi, Kiba, Shino, Hinata." Ao vê-la lembrei-me do sonho.

Akamaru deu um latido de protesto.

"Oi para você também, Akamaru. Então, vocês também estão partindo em alguma missão?"

O Kiba riu da minha pergunta.

"Eles estão na mesma missão que nós, Naruto!" A Sakura disse sem nenhuma paciência.

"Ah, é verdade. Aquela missão." Achei melhor fingir que sabia do que se tratava.

"Você não lembra qual é a missão, não é mesmo?"

Cocei minha cabeça, dando um sorriso sem graça.

"Ai, Naruto, agora não temos tempo para explicações. Eu te explico no caminho. O que posso adiantar é que é uma missão de nível S, e eu sou a líder dessa missão."

"Você?!"

"Qual é o espanto? Eu já sou uma chunin. E sou uma ninja médica. Você é o único aqui que é só um gennin." Não gostei da parte em que a Sakura-chan disse que sou só um gennin.

"Hã, Naruto. Por que você simplesmente não escuta a Sakura? Já estamos atrasados para a missão por sua causa." O Kiba e seu jeito presunçoso!

O Shino, que até agora não tinha dito nada, disse brevemente:

"Eu te explico."

Eu assenti e corri em direção a estrada que se estendia de frente para o portão principal de Konoha.

"Não é por aí, seu idiota!" A Sakura segurou meu braço "É por aqui!" Ela apontou para a floresta.

Agora todos se moviam rapidamente, saltando pelas árvores, em direção a missão por mim desconhecida.

"Naruto, nós vamos fazer uma missão de reconhecimento. Vamos nos infiltrar no país do Arroz, onde o Orochimaru tinha fundado a tribo do Som. Chegou aos ouvidos da Hokage-sama que Kabuto estava por lá. Há uma suspeita de que ele tenha se juntado a Akatsuki. A nossa missão é descobrir se essa informação é verdadeira ou não."

"E é claro que já temos um plano." Sakura-chan falou. "Vamos nos dividir em três grupos. Eu e o Shino vamos ficar a distância, observando a situação e dando cobertura contra possíveis inimigos que possam aparecer. O Kiba e o Akamaru, que são bons rastreadores, além de encobrirem o nosso rastro, vão manter o contato de ligação entre o meu time e o seu. Você e a Hinata vão ser os reféns que se deixarão ser capturados para poder pegar a informação direto do QG do Kabuto. O Shino também colocará insetos em vocês para saber como está a situação. Quando conseguirem a informação, os insetos do Shino vão avisar a ele, e nós vamos ajudar vocês fugirem, caso encontrem dificuldade para fazê-lo.

"Certo!" falei alto demais.

"Naruto! Fale baixo! Você quer entregar a nossa localização para o inimigo?" Por pouco a Sakura-chan não me bate.

"Certo." Dessa vez eu falei baixinho.


domingo, 21 de setembro de 2014

Jigoku Shoujo




Ai Enma é uma garota que leva almas para o inferno quando alguém que odeia outra pessoa escreve o nome da pessoa odiada no site do Jigoku Tsushin. O site só pode ser acessado à meia noite e apenas por alguém que sinta um ódio profundo por outrem. Ai, a Jigoku Shoujo, aparece e oferece um boneco de palha com uma fita vermelha. Ela avisa que para que a alma seja enviada ao inferno, a pessoa deve desfazer o laço, mas que desfazer o laço condena quem fez o pedido, também a ir para o inferno.

Ai conta com a ajuda de Ichimoku Ren, Hone-Onna e Wanyudo para realizar os pedidos feitos no site. E os episódios são, em sua maioria, independentes um dos outros. Assim, cada nome escrito no Jigoku Tsushin, é uma história diferente, em que Ai e seus ajudantes passam o dia seguindo os passos da pessoa vítima do ódio, até que quem fez o pedido desfaça o laço.

A história é rodeada de mistérios sobre de onde vem o poder da Ai, porque ela leva as almas para o inferno, se ela não se abala com aquilo. Afinal, não são apenas pessoas ruins que são enviadas ao inferno e sim aquelas que despertaram ódio em outras, mesmo sem terem feito nada.

Opinião pessoal


Para mim, o final da segunda temporada foi perfeito, e eles poderiam ter encerrado por ali mesmo. Entretanto, eles criaram a terceira temporada. Não foi lá aquelas coisas, mas assisti mesmo assim. O final da terceira temporada foi fraquinho. Então, assistam até o último episódio da segunda, e façam de conta que não existe terceira temporada. 

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Capítulo 1 - Sonho


Título: De repente... Quem sabe?

Autora: Wana-chan

Classificação: Livre

Sinopse: Movido pela curiosidade, Naruto quer saber um pouco mais sobre aquela garota tímida e sobre os sentimentos que ela nutria por ele. E, sem que perceba, se vê correspondendo a esses sentimentos.

Contada sobre o ponto de vista do Naruto, “De repente... quem sabe?” é uma história para todas as idades!

Notas da autora: Essa história se passa séculos antes da Grande Guerra ninja. Foi depois da luta do Naruto contra o Pain. Criei a história nessa época.

Capítulo 1 – Sonho

Mais uma vez tive aquele mesmo sonho: Eu era novamente uma criança que era odiada pela vila inteira. Enquanto a sombra da kyuubi estava sob mim, ninguém sequer se dignava a me olhar. E eu os encarava com os olhos e o coração cheios de ódio. Como eu já estava acostumado com esse sonho, sabia que logo apareceria o Iruka-sensei, a Sakura-chan, o Sasuke, o Kakashi-sensei,e eu rapidamente estaria rodeado de amigos.

Mas estava demorando!

E mesmo sabendo que aquilo era um sonho, o meu eu-criança desejava poder, para destruir todos aqueles que me odiavam sem razão. Percebi que quem estava no comando da minha mente era a kyuubi e não eu. Isso não faz sentido! Eu controlei o poder da kyuubi com a ajuda da minha mãe, lembro bem disso. E depois eu voltei para a vila. E eu não sou mais criança! Está tudo errado. Estava começando a me sentir desesperado.

Foi quando, pela primeira vez, eu notei um par de olhos tímidos que me encaravam debilmente. A dona desses olhos estava escondida atrás de um adulto. Seu olhar era de profunda admiração.

Sim... É verdade. 
Antes do Iruka-sensei, antes da Sakura-chan, antes de qualquer pessoa me admirar, ela já o fazia, mesmo que eu nunca tenha percebido.

Ao fazer essa constatação, todas as pessoas que estavam no meu sonho sumiram, menos uma. Hinata Hyuuga. Eu não era mais uma criança.

Num instante, só nós dois estávamos ali, e no instante seguinte, surgiu o Pain. Hinata colocou-se em posição de ataque. Tentei avisá-la que ele era uma pessoa boa, ela não precisava lutar com ele. Mas a minha voz não saiu. Então percebi que isso era só uma lembrança.

Tentei ouvir o que ela dizia, mas as únicas palavras que eu consegui ouvi foram: “Se for para morrer por você, eu não me importo. Isso porque eu te amo.”

“Naruto!” Uma voz completamente diferente da anterior me chamou com raiva. “Acorde, idiota!

Senti algo me empurrando com força e quando dei por mim já tinha batido a cabeça no chão. 

A Sakura-chan tinha me derrubado da cama.

“Sakura-chaaaaaan!

“Você não arruma seu quarto, não? Esquece isso, levanta logo, porque estamos atrasados para a missão!

Ela saiu, me ameaçando, caso eu não saísse em um minuto. Arrumei-me rápido e saí para executar uma missão, que eu nem me lembrava qual era.


segunda-feira, 8 de setembro de 2014

I wish...


Como eu disse nessa postagem, o festival Tanabata reúne várias coisas da cultura oriental em um único lugar. Foi no Tanabata que conhece a Sugoi Sweet Shoes, que traz sapatos e acessórios no estilo Kawaii (fofo, ou cute).



Admiro muito esse estilo e o considero bem difícil de seguir. Ele é todo feito de detalhes fofos e coloridos, que devem ser equilibrados tão perfeitamente, que precisa-se de muito esforço ou talento.

Mas, mesmo não dominando a arte kawaii, reconheço um objeto pertencente a esse estilo, quando vejo um. E estou querendo um em especial… talvez eu compre no natal. É essa belezinha aqui:



Se quiserem dar uma olhada na variedade, é só procurar no site. Ele é cheio de sapatos fofos e personalizados. E ainda faz sob encomenda.


Bom dia!

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Ichi hittoru no namida – Depois

Na última postagem fiz um resumo muito mal feito desse dorama. Tinha assistido uns três capítulos quando escrevi a postagem… Estava tão emocionada com a história que eu tinha que escrever. Então, por favor, me permitam um resumo mais decente, sim?



Ikeuchi Aya descobre aos quinze anos ser portadora de uma doença incurável que afeta toda a área motora. Agora, ela que era uma garota comum, que jogava basquete, era inteligente, esforçada e apaixonada por alguém, vê cada uma das coisas importantes de sua vida serem tiradas dela uma a uma, por causa da doença. Ela sabe que aos poucos não será possível para ela andar, segurar coisas, falar ou engolir. E cada uma dessas coisas são extraídas da sua vida de forma mais rápida do que o esperado. Sua doença evolui de rapidamente, e não há nada que ela possa fazer, além de se adaptar e aceitar ver seus sonhos escapando por entre seus dedos.

Durante quase toda sua experiência com a doença, ela escreve em seu diário. Nas fases finais da doença, ela não consegue sequer segurar uma caneta.

Foi o diário da Aya verdadeira, que foi transformado em livro e vendido no Japão, que inspirou o dorama. Como diz no início do dorama “Apenas uma garota comum escolhida por uma doença especial”.



Atenção: Spoiler daqui para frente. Não me responsabilizo por quem continuar lendo.

Chorei desde o segundo capítulo (lembre-se que eu acidentalmente comecei por esse). Sou emotiva pra caramba, gente. Trechos como aquele em que ela pergunta para o médico “Por que essa doença me escolheu?” me deixou com o coração na mão. Posso estar equivocada nessa afirmação, mas acho mais difícil você adquirir um problema (uma deficiência física, como no caso dela) sendo antes saudável do que já nascer com um problema. Quando você já convive com alguma limitação, tem uma ideia do que é não ter aquilo, e deseja isso. Entretanto, quando você experimentou não ter a limitação em questão e agora a tem, você sabe exatamente o que está perdendo.

E quando aquele mardito-sem-coração deixa ela esperando no zoológico??? Que vontade de entrar dentro da história e socar ele até a morte. E ela lá, naquela chuva, esperando alguém que não viria. Ainda bem que aparece um carinha legal (Asou Haruto), que está na cara que é super na dela, apesar de todos os problemas que ela está enfrentando.



Ou, ainda, quando ela esquece um caderno na sala de aula e quando volta pra buscar, pega seus colegas de classe falando sobre o quanto ela é um incômodo? Quando ela volta, depois, naquela mesma sala para falar qual é a doença que tem e que vai mudar de escola. Ela diz “Para vir aqui hoje e dizer essas coisas, eu tive que chorar pelo menos um litro de lágrimas.”. Pensei comigo “Para ver você falar isso para sua sala eu devo ter chorado uns quinhentos mil litros de lágrimas”. Haruto defende ela. Mari, uma amiga dela, também.

"Para ser capaz de sorrir e dizer isso a todos,"
(completando: tive que chorar pelo menos um litro de lágrimas)


Num universo de olhares maldosos, sempre há olhos que zelam por nós.

“Mamãe, eu irei me casar?”

Gente, dentro da cultura japonesa, o matrimônio tem um peso diferente do nosso, e sabendo disso, não pude deixar de me comover com essa pergunta dela. Eu queria perguntar para a pessoa que me passou o dorama se o Haruto resolve pedir ela em casamento, ou não. Ele gosta dela, ele sabe da doença desde o começo praticamente, ele leu os diários dela, ela deu um sentido para a vida dele.



Não, ele não casa. Ela morre com 25 anos.

Fim.

Talvez eu compre o mangá.


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 renata massa